
Scout semanal em pontos georreferenciados, identificação técnica de pragas, doenças e plantas daninhas, e recomendação de manejo no nível de talhão. A vigilância que antecipa o problema antes que ele vire prejuízo.
MIPD é a sigla de Manejo Integrado de Pragas e Doenças — a abordagem técnica que combina monitoramento sistemático, identificação correta do agente causador, conhecimento do nível de dano econômico e decisão de manejo baseada em dado, e não em calendário fixo de aplicação.
Na prática, o MIPD substitui o velho hábito de "aplicar a cada 14 dias por garantia" por uma lógica mais inteligente: aplicar quando, onde e o que a lavoura realmente precisa. O resultado é menos pulverização desnecessária, menor pressão de seleção de resistência, defensivos mais eficazes quando aplicados, e custo de safra significativamente menor sem perder produtividade.
A Inovagro estrutura o MIPD da sua propriedade com base em três pilares: vigilância sistemática (scout semanal por equipe técnica), identificação precisa (entomologia e fitopatologia aplicada no campo) e recomendação acionável (relatório semanal que diz exatamente o que fazer e quando).


Toda semana, em dia fixo combinado com o produtor, nossa equipe percorre a lavoura em pontos predefinidos e georreferenciados — número de pontos calibrado pelo tamanho e variabilidade da área. Em cada ponto realizamos amostragem por pano-de-batida (em soja), guarda-chuva entomológico, contagem de plantas em metro linear ou inspeção foliar direta, dependendo da cultura e do alvo.
Cada ocorrência é registrada em planilha digital com foto georreferenciada, identificação da espécie, estágio biológico e densidade populacional. Os dados alimentam um histórico cumulativo que mostra a curva de pressão ao longo da safra — fundamental para antecipar surtos.
Toda recomendação de manejo é tomada com base no nível de dano econômico (NDE) e no nível de controle (NC) publicados pela Embrapa e validados com nossa base de dados regional. Não recomendamos pulverização preventiva sem justificativa técnica — e quando recomendamos, indicamos o princípio ativo apropriado, a dose, a janela climática ideal e a tecnologia de aplicação (terrestre, aérea ou drone).
Toda quinta-feira você recebe por e-mail e WhatsApp o relatório técnico da semana contendo:
Em caso de surto agudo detectado entre as visitas semanais, o aviso vai por WhatsApp no mesmo dia — sem esperar o relatório de quinta. É o que a gente chama de "alerta vermelho".
O técnico que visita sua lavoura é sempre o mesmo durante a safra inteira — ele aprende o histórico da sua propriedade e ganha sensibilidade para detectar mudanças sutis. Não rodízio de equipe, não relatórios genéricos copiados de outra fazenda. Cada laudo é assinado por engenheiro agrônomo responsável.
